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Auto Escola Vitória
   

Sérgio Oliveira

sergio oliveira

 

Caindo. E o quadro vai se complicando a cada rodada para o time do ABC que vem de uma sequência de derrotas no Campeonato Brasileiro da Série B. A última foi para o mineiro Boa Esporte que, até então, estava na zona do rebaixamento de onde saiu após vencer, de virada, o alvinegro por 2 a 1. Voltando ao representante potiguar o quadro é preocupante, pois não se observa, nesse momento, nenhum poder de reação e o campeonato avança. Não é de hoje, antes mesmo de a bola rolar no Brasileirão, ainda no Campeonato Estadual, se fazia o alerta para a limitação do ABC. Foi campeão estadual como o time menos ruim do certame, e nunca por haver feito algo de diferente dos outros.
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Na Série D. Bom, na quarta divisão do Campeonato Brasileiro o América-RN segue firme e forte com mais uma vitória e o Globo, que venceu o Parnahyba-PI, 2 a 0, se classificou para a próxima fase. Aliás, os dois potiguares já estão garantidos. Por sua vez, fiasco total para o Potiguar que perdeu mais uma. Assim, resumindo, o Rio Grande do Norte que começou a Série D com três representantes conseguiu manter dois na luta e um foi eliminado.
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O futuro. Para os próximos anos fica a missão para os dirigentes do Potiguar resolverem. A questão é: se contentar com mera participação no estadual ou se organizar melhor, e no que for possível, é claro, para buscar novos horizontes. Resumindo, pensar pequeno ou grande é a decisão que precisa ser tomada. Não adianta brigar para fazer um bom certame estadual e depois abandonar quando conquistada a vaga em competições no cenário regional e nacional. Participar apenas para não ser punido é uma forma de desistir de sonhos mais ambiciosos.
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Abrindo frente. E o time do Corinthians vai somando seus pontos e, caminhando a passos largos para fechar a primeira etapa de jogos do Campeonato Brasileiro da Série A na liderança. Como se diz, vai pontuando e abrindo frente, o que significa, se distanciar dos concorrentes. Mas, como o Brasileirão é um campeonato longo, isso não garante título, é preciso ter fôlego até o final, porém, uma boa margem de pontos pode ser a salvação quando o freio de mão for involuntariamente puxado. Acontece.
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Bagunçou geral. Olha, os árbitros andam fazendo um monte de bobagens na Copa das Confederações com o uso do tal vídeo no momento da dúvida. Ao todo, seis árbitros estão participando das decisões e, mesmo assim, estão errando. E tudo isso depois de olharem de maneira repetida o lance em questão. Pelo visto teremos jogos passando dos 100 minutos. A cada parada é um festival de erros que só atrasam o jogo. Quem assistiu, por exemplo, ao jogo Camarões e Alemanha, sabe bem do que estou falando. Mas, agora ponderando, vamos colocar um pouco na conta da novidade, algo que surge agora e ainda em fase de adaptação, alguns ajustes. Torço para que a coisa se acerte e tenhamos o jogo limpo e com resultados mais justos.
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Exemplo do vôlei. Diferente do futebol, quando se cobra resultados imediatos e que sejam sempre positivos ao gosto do torcedor e até da mídia, além de dirigentes sem muito pulso, a vida do treinador no voleibol é mais longa. Basta citar a permanência de Zé Roberto que já completou 14 anos no comando da seleção feminina de vôlei do Brasil. Medalhas incontáveis foram conquistadas, inclusive de ouro em Jogos Olímpicos. Quem sabe um dia o futebol imita esse exemplo do vôlei e, pelo menos na seleção, um bom profissional possa ter seu trabalhado reconhecido e mantido.
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Briga de trânsito. Pois é, esqueceram o tal espírito esportivo e partiram para a briga insana de trânsito. Foi assim no final de semana com os pilotos Hamilton e Vettel e mais um Grande Prêmio de Fórmula 1. Os dois usaram os próprios carros, na pista, para se agredirem e, faltou pouco para parar, sair do veículo e quebrar o pau. E não me venham com aquela conversa besta de que, faz parte, pode acontecer, que não me convence. Foi briga, ficou feio. Na verdade, é assim: tendo dinheiro, fama e vaidade no ambiente é confusão certa pela frente. E, quem briga no trânsito tem que ser punido.
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Querendo acreditar. O torcedor do Flamengo anda em um, quase estado de graça, querendo acreditar que agora vai. O time, finalmente, conseguiu engrenar duas vitórias seguidas no Campeonato Brasileiro da Série A e melhorar sua posição na tabela de classificação. O suficiente para deixar o apaixonado flamenguista próximo da euforia. Calma, a estrada é longa.
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Precisa evoluir. A avaliação, após voltar a vencer na Série A do Brasileiro, é do treinador do Vasco, Milton Mendes, uma das boas surpresas na temporada de 2017. Entende o técnico que seu time ainda precisa evoluir para se livrar da campanha de oscilações. Tem razão o treinador, principalmente quando jogar fora do estádio São Januário. Em seu estádio tem conseguido os melhores resultados, porém, não consegue a mesma desenvoltura como visitante.
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Ficaram cegos. Alguns árbitros parecem até que precisam apitar usando óculos. Estão ficando cegos para registrar algumas situações de anormalidades em seus jogos. No clássico da Série B, entre Goiás e Vila Nova, a porrada rolou solta no setor de gerais do estádio, e na súmula da arbitragem constava, em vários momentos, "nada de anormal aconteceu", ou, "nenhuma anormalidade". Enquanto isso, pela TV e redes sociais as imagens mostram confronto de torcidas, alguns armados com pedaços de pau, rojões (bombas) estourando entre eles e a polícia chegando. E, mesmo assim escreveu o árbitro central da partida, Jailson Macedo Freitas, "nada houve de anormal". Creio que anormal para ele deve ser algumas mortes ou gravemente feridos.
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Os apitadores. Só lembrando que hoje existe o árbitro central, dois assistentes, o quarto árbitro e mais dois árbitros de linha, além do delegado da partida. Mesmo assim, como foi na Copa das Confederações, eles trocaram de jogador na hora de punir, errando duas vezes depois de olharem o vídeo do lance e, no Brasileiro da Série B, a briga rolou solta e, nenhum deles conseguiu enxergar alguma anormalidade. Ocorrência zero.
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Repito: Ninguém fala, eu falo. E os Jogos Escolares de Mossoró, serão realizados ou não em 2017? Aliás, se não me trai a memória, já deveria ter acontecido no primeiro semestre, por volta do mês de maio. Lembrando que o ex-prefeito Silveira Júnior pôs fim uma tradição de anos suspendendo a realização dos Jem's e, infelizmente, a prefeita Rosalba Ciarlini vai tomando o mesmo caminho. Pelo visto o esporte saiu mesmo do calendário da administração pública em Mossoró. Mossoró já teve Ginásio de Esporte, Estádio Nogueirão, Campeonato Mossoroense de Futebol Amador e, Jogos Escolares.
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E agora? Como ficam então os amantes do futsal, natação, atletismo, handebol, basquete, vôlei, enfim, daquelas modalidades que faziam os Jogos Escolares. Como fica, enfim, a juventude mossoroense sem uma opção esportiva, além do futebol amador praticado graças a iniciativa de particulares em alguns bairros? O que mais me intriga em tudo isso é o silêncio. Principalmente daqueles profissionais que militam na área.
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Audiência. Por isso não observamos com muita efetividade a realização de audiência pública para, de forma específica, discutir a situação do estádio Nogueirão, como fez recentemente a Câmara Municipal de Mossoró. O debate é mais amplo. Passa pelo descaso total, como já citamos, quando o assunto é esporte. O que adianta se reunir, falar e nada encaminhar e cobrar em relação a mudanças. Afinal, tudo hoje continua como ontem, ou seja, fechado, interditado e cancelado.
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Só lembrando. O caso é sério. A questão da municipalização do estádio Manoel Leonardo Nogueira é bem mais séria do que se pensa. Tem até falsificação na tentativa de transferir o patrimônio da Liga Desportiva Mossoroense (LDM) para a Prefeitura de Mossoró. A denúncia é do advogado José Carlos de Brito, afirmando que esse processo de transferência ainda não foi legalmente concluído, ou seja, o estádio não foi municipalizado. De acordo com José Carlos, andaram falsificando algumas assinaturas na ata que desapareceu. Botaram nomes de pessoas que não estavam na reunião que autorizava a municipalização. O caso é grave e, se insistirem, o advogado da Liga diz que pode provar.
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"AMOR É FOGO QUE ARDE SEM SE VER, É FERIDA QUE DÓI E NÃO SE SENTE, É UM CONTENTAMENTO DESCONTENTE, É DOR QUE DESATINA SEM DOER." – Luis de Camões.

 

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Comentários   

 
0 #2 João paulo 09-10-2013 22:25
Obrigado pela lembrança,grand e Sergio o vozão chegou pra subir.
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0 #1 João paulo 09-10-2013 22:22
Grande Sergio Oliveira, o vozão chegou e não perde em casa, obrigado pela lembrança.
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